A creatinina, ureia/BUN e eGFR* em POC ajudam a acelerar os fluxos de trabalho do SU[1]

O reconhecimento rápido da Lesão Renal Aguda (LRA) reduz a mortalidade dos pacientes e as complicações [2]

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Reforçar os cuidados no SU com testes da função renal em POC

A Lesão Renal Aguda (LRA) é observada em 13-18% de todas as pessoas internadas no hospital e a intervenção precoce é vital para reduzir a mortalidade e as complicações [2].

Acelere a tomada de decisões clínicas e reduza o tempo de permanência para pacientes que necessitam de TC com contraste, tudo com um analisador e a partir de uma amostra em POC [3].

Com o analisador de gases no sangue ABL90 FLEX PLUS, pode adicionar creatinina, ureia/BUN e eGFR ao seu painel de emergência utilizando apenas 65 μl de sangue total e obter 19 resultados em 35 segundos.

 
Ícone durante 35 segundos para resultados no analisador de gases no sangue ABL90 FLEX incl. medição de creatinina e ureia
35 segundos para resultados
Ícone de seringaUma amostra,
19 parâmetros
Resultados de creatinina de alta precisão
Creatinina/ureia no analisador ABL90 FLEX PLUS

O analisador de gases no sangue ABL90 FLEX PLUS mede até 19 parâmetros

Marcadores renais: Creatinina, ureia/BUN e eGFR

Parâmetros medidos

Gases no sangue: 
pH

Potencial hidrogeniónico

 

O grau de acidez ou alcalinidade de qualquer líquido (incluindo o sangue) é uma função da sua concentração de iões hidrogénio [H+], e o pH é apenas uma maneira de exprimir a atividade dos iões hidrogénio. A relação entre o pH e a concentração de iões hidrogénio é descrita da seguinte maneira:

 

pH = -log aH+
onde aH+ é a atividade dos iões hidrogénio.

 

O pH baixo está associado com acidose e o pH alto com alcalose [1].

 

1. CLSI. Blood gas and pH analysis and related measurements; Approved Guidelines. CLSI document CA46-A2, 29, 8. Clinical and Laboratory Standards Institute, 940 West Valley Road, Suite 1400, Wayne, Pennsylvania 19087-1898 USA, 2009.

, pCO2

Pressão parcial de dióxido de carbono

 

O dióxido de carbono (CO2) é um gás ácido. A quantidade de CO2 no sangue é largamente controlada pela taxa e profundidade da respiração ou ventilação. pCO2 é a pressão parcial de CO2 no sangue. É uma medida da pressão exercida pela pequena porção (~5 %) de CO2 total que permanece no estado gasoso, dissolvido no plasma sanguíneo. pCO2 é o componente respiratório do equilíbrio ácido-base e reflete a adequação da ventilação pulmonar. A gravidade da falha do ventilador, assim como a cronicidade, podem ser avaliadas O lactato, o anião que resulta da dissociação do ácido lático, é um metabolito intracelular da glucose. [1]

 

1. Higgins C. Parameters that reflect the carbon dioxide content of blood. www.acutecaretesting.org Oct 2008.

, pO2

Pressão parcial de oxigénio


A quantidade de oxigénio no sangue é controlada por muitas variáveis, por ex., ventilação/perfusão. pO2 é a pressão parcial do oxigénio numa fase gasosa em equilíbrio com o sangue. pO2 reflete apenas uma pequena fração (1 – 2 %) do oxigénio total no sangue dissolvido no plasma sanguíneo [1]. Os restantes 98 – 99 % de oxigénio presentes no sangue estão ligados à hemoglobina nos eritrócitos. pO2 reflete principalmente a captação de oxigénio nos pulmões. 

 

1. Wettstein R, Wilkins R. Interpretation of blood gases. In: Clinical assessment in respiratory care, 6th ed. St. Louis: Mosby, 2010.

Metabolitos: 
cGlu

Glucose


A glucose, o hidrato de carbono mais abundante no metabolismo humano, serve como fonte principal de energia intracelular (ver lactato). A glucose é derivada principalmente do hidrato de carbono dietético, mas é também produzida - principalmente no fígado e nos rins - através do processo anabólico de gluconeogénese, e da degradação do glicogénio (glicogenólise). Esta glucose produzida endogenamente ajuda a manter a concentração de glucose no sangue dentro dos limites normais quando a glucose derivada da dieta não está disponível, por ex., entre refeições ou durante períodos de fome. 

, cLac

Lactato


O lactato, o anião que resulta da dissociação do ácido lático, é um metabolito intracelular da glucose. É produzido pelas células musculares esqueléticas, glóbulos vermelhos (eritrócitos), cérebro, e outros tecidos durante a produção de energia anaeróbia (glicólise). O lactato é formado no líquido intracelular a partir do piruvato. A reação é catalisada pela enzima lactato desidrogenase (LDH) [1].

 

1. Robergs RA, Ghiasvand F, Parker D. Biochemistry of exercise-induced metabolic acidosis. Am J Physiol Regul Integr Comp Physiol 2004; 287: R502-16.

, cCrea

Creatinina


A creatinina é um resíduo endógeno do metabolismo muscular, derivado da creatina, uma molécula de grande importância para a produção de energia no interior das células musculares. A creatinina é eliminada do corpo na urina e a sua concentração no sangue reflete a filtração glomerular e, consequentemente, a função renal. 

, cUrea

Ureia


A ureia (fórmula molecular CO(NH2)2) é o principal resíduo nitrogenado do catabolismo proteico, que é eliminado do corpo na urina. É o componente orgânico mais abundante da urina. A ureia é transportada no sangue do fígado para os rins, onde é filtrada do sangue e excretada na urina. A insuficiência renal está associada à redução da excreção da ureia na urina, e a um consequente aumento da concentração de ureia no sangue (plasma/soro). 

Eletrólitos: 
cCa2+

Cálcio


O ião cálcio (Ca2+) é um dos catiões mais predominantes no organismo, onde aproximadamente 1% está presente no líquido extracelular do sangue. O Ca2+ desempenha um papel vital para a mineralização e muitos processos celulares, por ex., contratilidade do coração e da musculatura esquelética, transmissão neuromuscular, secreção hormonal e ação em várias reações enzimáticas, tais como, por ex., a coagulação sanguínea. 

, cCl-

Cloreto


O cloreto (Cl-) é o principal anião no líquido extracelular e um nos aniões mais importantes no sangue. A função principal do Cl- é manter a pressão osmótica, o equilíbrio hídrico, a atividade muscular, a neutralidade iónica no plasma, e ajudar a elucidar a causa de distúrbios ácido-base. 

, cK+

Potássio


O potássio (K+) é o principal catião no líquido intracelular, onde tem uma concentração 25 - 37 vezes maior (∼150 mmol/L nas células dos tecidos, ∼105 mmol/L nos eritrócitos) do que no líquido extracelular (∼4 mmol/L) [1, 2]. O K+ tem várias funções vitais no corpo, por ex., regulação da excitabilidade neuromuscular, regulação da frequência cardíaca, regulação do volume intracelular e extracelular e do estado ácido-base. 

 

1. Burtis CA, Ashwood ER, Bruns DE. Tietz textbook of clinical chemistry and molecular diagnostics. 5th ed. St. Louis: Saunders Elsevier, 2012. Engquist A. Fluids/Electrolytes/Nutrition. 1st ed. Copenhagen: Munksgaard, 1985.
2. Engquist A. Fluids/Electrolytes/Nutrition. 1st ed. Copenhagen: Munksgaard, 1985.

, cNa+

Sódio


O sódio (Na+) é o catião dominante no líquido extracelular, onde tem uma concentração 14 vezes maior (∼140 mmol/L) do que no líquido intracelular (∼10 mmol/L). O Na+ contribui fortemente para a osmolalidade do líquido extracelular e a sua principal função é sobretudo controlar e regular o equilíbrio hídrico, e manter a pressão arterial. O Na+ é também importante na transmissão dos impulsos nervosos e na ativação da contração muscular. 

Oximetria: 
COHb

Carboxihemoglobina


FCOHb é a fração da hemoglobina total (ctHb) presente como carboxihemoglobina (COHb). Por convenção, a fração é expressa em percentagem (%). 


No intervalo de 0 – 60 %, a COHb no sangue arterial (COHb(a)) e no sangue venoso (COHb(v)) é semelhante, isto é, podem ser analisados o sangue venoso ou o sangue arterial [1]. Na maioria dos textos médicos, FCOHb(a) é referida simplesmente como COHb. 

 

1. Lopez DM, Weingarten-Arams JS, Singer LP, Conway EE Jr. Relationship between arterial, mixed venous and internal jugular carboxyhemoglobin concentrations at low, medium and high concentrations in a piglet model of carbon monoxide toxicity. Crit Care Med 2000; 28: 1998-2001.

, ctBil

Bilirrubina


A bilirrubina é o produto amarelo da degradação do grupo heme da hemoglobina. É transportada no sangue a partir do seu local de produção - o sistema reticuloendotelial - até ao fígado, onde é biotransformada antes da excreção sob a forma de bílis. A icterícia, a descoloração amarela patológica da pele, deve-se à acumulação anormal de bilirrubina nos tecidos, e está sempre associada a uma elevada concentração de bilirrubina no sangue (hiperbilirrubinemia). 

, ctHb

Hemoglobina total


A concentração de hemoglobina total (ctHb) no sangue inclui a oxihemoglobina (cO2Hb), a desoxihemoglobina (cHHb), assim como os tipos disfuncionais de hemoglobina que são incapazes de transportar oxigénio:

a carboxihemoglobina (cCOHb) (ver COHb), a meta-hemoglobina (cMetHb) (ver MetHb) e a sulfa-hemoglobina (cSulfHb).

Assim:

ctHb = cO2Hb + cHHb + cCOHb + cMetHb + cSulfHb

A sulfHb rara não está incluída na ctHb reportada na maioria dos oxímetros.  

, FHbF

Fração de hemoglobina fetal


FHbF na hemoglobina total no sangue. 

, FHHb

Fração de desoxihemoglobina


FHHb na hemoglobina total no sangue.

, MetHb

Meta-hemoglobina

 

FMetHb é a fração da hemoglobina total (ctHb) que está presente como meta-hemoglobina (MetHb). Por convenção, a fração é expressa em percentagem (%) [1].

 

Na maioria dos textos médicos, MetHb(a) é referida simplesmente como meta-hemoglobina (MetHb). 

 

1. CLSI. Blood gas and pH analysis and related measurements; Approved Guidelines. CLSI document CA46-A2, 29, 8. Clinical and Laboratory Standards Institute, 940 West Valley Road, Suite 1400, Wayne, Pennsylvania 19087-1898 USA, 2009.

, sO2

Saturação de oxigénio


A saturação de oxigénio (sO2) é o rácio da concentração de oxihemoglobina para concentração de hemoglobina funcional (isto é, oxihemoglobina (O2Hb) e desoxihemoglobina (HHb) capaz de transportar oxigénio [1].


A sO2 reflete a utilização da capacidade de transporte de oxigénio atualmente disponível.


No sangue arterial, 98 – 99 % do oxigénio é transportado nos eritrócitos ligados à hemoglobina. Os restantes 1–2 % do oxigénio transportado no sangue são dissolvidos no plasma sanguíneo – esta é a porção reportada como pressão parcial de oxigénio (pO2) [2].

 

1. CLSI. Blood gas and pH analysis and related measurements; Approved Guidelines. CLSI document CA46-A2, 29, 8. Clinical and Laboratory Standards Institute, 940 West Valley Road, Suite 1400, Wayne, Pennsylvania 19087-1898 USA, 2009.

2. Higgins C. Parameters that reflect the carbon dioxide content of blood. www.acutecaretesting.org Oct 2008.

, FO2Hb

Fração de oxihemoglobina


FO2Hb na hemoglobina total no sangue. 

*a eGFR é calculada

Diagnóstico e tratamento mais rápidos com resultados de creatinina, ureia/BUN e eGFR para pacientes que necessitam de TC com contraste [3]

  • A identificação precoce do risco de LRA ajuda a uma progressão clínica mais rápida [4].
  • A adequação da imagiologia de contraste é decidida no local, utilizando a Taxa de Filtração Glomerular estimada (eGFR) em tempo real [2].
  • Os fármacos nefrotóxicos são prescritos com confiança, orientados com base na função renal conhecida [3,5].
  • A desidratação é confirmada rapidamente, utilizando a ureia para apoiar o julgamento clínico [6].

Após dois minutos, já podemos dar ao paciente um meio de contraste durante a TC e conhecemos os níveis de creatinina para podermos avaliar melhor o risco de possíveis complicações.

- Alex Plessmann, Diretor do SU, DRK Hospital Group, Alemanha (utilizador do ABL90 FLEX PLUS)

Saiba como o analisador de gases no sangue ABL90 FLEX PLUS com resultados de creatinina, ureia/BUN e eGFR lhe permite agir com rapidez e confiança

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A creatinina em POC melhora o fluxo de trabalho no SU

Estudos sugerem que a creatinina e ureia/BUN em POC podem ajudar a melhorar os fluxos de trabalho no SU.
 

Interferência mínima na creatinina

A medição da creatinina no analisador de gases no sangue ABL90 FLEX PLUS mostra interferência mínima.
 
Ícone de download para: Excelente desempenho em comparação com os métodos laboratoriais estabelecidos

Excelente desempenho em comparação com os métodos laboratoriais estabelecidos

A medição da creatinina no analisador de gases no sangue ABL90 FLEX PLUS mostra uma excelente concordância em comparação com 4 métodos laboratoriais.
 

Descrição da imagem

Analisador de gases no sangue ABL90 FLEX PLUS

  • Análise rápida
  • Resultados fiáveis
  • Fácil de utilizar e manter

Analizador de gases no sangue ABL90 FLEX PLUS
Soluções de testes em POC para o Serviço de Urgência

FAQ:

Testes da função renal no ponto de cuidado (creatinina, ureia e eGFR)


O analisador de gases no sangue ABL90 FLEX PLUS pode realmente fornecer resultados de qualidade laboratorial em 35 segundos?

Sim, pode. A avaliação da investigação científica confirma que o ensaio enzimático de creatinina do ABL90 FLEX PLUS da Radiometer é pelo menos tão adequado como uma técnica enzimática de química clínica convencional para o diagnóstico de rotina e urgente de doenças renais [7].

A adição de parâmetros de creatinina e ureia ao analisador de gases no sangue permite decisões diagnósticas mais rápidas no serviço de urgência?

No SU, as decisões diagnósticas iniciais baseiam-se num painel de diferentes parâmetros, incluindo creatinina/ureia. Uma vez que a creatinina e a ureia são utilizadas para determinadas estratificações de risco específicas e diagnósticos diferenciais, a pronta disponibilidade destes parâmetros em POC permitirá decisões mais rápidas comparativamente aos casos em que os resultados dos testes são fornecidos por um laboratório central.

Como pode o ABL90 FLEX PLUS ajudar a melhorar o fluxo de pacientes no SU ao oferecer mais parâmetros?

Um estudo de Jimenez descobriu que uma estratégia baseada em POCT melhora o fluxo de pacientes no SU, além de ser mais eficaz e menos dispendiosa do que os cuidados padrão. No estudo, os pacientes de emergência foram divididos em dois grupos diferentes, grupo de intervenção (análises realizadas em analisadores POCT no âmbito do Serviço de Urgência: gases no sangue, Painel Metabólico Básico, hematologia, urina, coagulação) ou grupo de controlo (laboratório central). Houve uma redução significativa no resultado de tempo de permanência (LOS) de 88,50 min, tempo até à decisão terapêutica (TDD) de 89,00 min e tempo até ao início do tratamento (LTAT) de 67,11 min. Não foi encontrado nenhum aumento na readmissão. Também houve uma redução significativa no custo associado ao utilizar a abordagem POCT em comparação com a estratégia utilizada nos cuidados habituais. [8]

Em que situações a análise no ponto de cuidado de creatinina, ureia e eGFR é mais útil no SU?

Existem várias aplicações. O reconhecimento da LRA, a confirmação da elegibilidade para a imagiologia de contraste, a investigação da depuração renal e a avaliação do estado renal antes da administração de fármacos nefrotóxicos estão entre as mais comuns. Garantem decisões rápidas e informadas sobre os cuidados prestados aos pacientes, bem como uma maior eficiência no SU. Incluem-se entre outras aplicações as seguintes:

  • Ajudar a identificar se a causa da LRA é pré-renal, intrinsecamente renal ou pós-renal [9, 10, 11].
  • Ajudar na identificação de doença renal crónica (DRC) não diagnosticada [12].
  • Avaliar a desidratação do paciente [13].
  • Avaliar a gravidade da pneumonia (por exemplo, CURB-65) [14,15].
  • Ajudar na avaliação de hemorragias do trato gastrointestinal superior (por exemplo, Escala de Glasgow-Blatchford) [16,17,18].
  • Apoiar na avaliação da pancreatite aguda. (BUN/creatinina associada à gravidade) [19,20].
  • Ajudar no reconhecimento da sépsis. (Para o componente renal) [21,22,23].
Que outros parâmetros são medidos no analisador de gases no sangue ABL90 FLEX PLUS?

19 parâmetros rápidos - incluindo gases no sangue, metabolitos, eletrólitos, hemoglobina e função renal. Estes são medidos no analisador de gases no sangue ABL90 FLEX PLUS a partir de 1 amostra, dando todas as respostas em 35 segundos a partir de 65 μl de sangue. A lista completa de parâmetros medidos é:
Gases no sangue: pH, pCO2, pO2
Metabolitos: cLac, cGlu, 
Eletrólitos: cNa+, cK+, cCa2+, cCl-
Hemoglobina: FCOHb, ctHb, FHbF, FHHB, FMetHb, sO2, FO2Hb, ctBil
Função renal: cCrea, cUreia/ BUN, eGFR(calc.)

 

Referências

1. Consulte a secção “A creatinina em POC melhora o fluxo de trabalho do SU” nesta página. Descarregue o documento “Testes de creatinina e ureia/BUN no ABL90 FLEX PLUS: Melhorar o fluxo de trabalho no SU”
2. NICE National Institute for Health and Care Excellence. Acute kidney injury: prevention, detection and management. Guideline do NICE 2019. Overview | Acute kidney injury: prevention, detection and management | Guidance | NICE. Accessed Nov 2025 Polavarapu
3. European Society of Urogenital Radiology. ESUR Guidelines on Contrast Agents version 10.0. ESUR GUIDELINES ON CONTRAST AGENTS | esur.org. Accessed Nov. 2025
4. Polavarapu M, Groner K, Craig BA, Eilman V, Costinas S. Using Point-of-Care Creatinine Testing as a Vehicle to Expedite Patient Care. Annals of Emergency Medicine 2020; 76, 4S.
5. Kidney Disease: Improving Global Outcomes (KDIGO) Acute Kidney Injury Work Group. KDIGO Clinical Practice Guideline for Acute Kidney Injury. Kidney inter., Supl. 2012; 2: 1–138.
6. Gianfranco Sanson, Ilaria Marzinotto, Daniela De Matteis, Giuliano Boscutti, Rocco Barazzoni, Michela Zanett; Impaired hydration status in acutely admitted older patients: prevalence and impact on mortality. Published by Oxford University Press on behalf of the British Geriatrics Society. Age and Ageing 2021; 50: 1151–1158 https://doi.org/10.1093/ageing/afaa264 Published electronically 16 December 2020
7. Salvagno, G. L., Pucci, M., Demonte, D., Gelati, M., & Lippi, G. (2019). Analytical evaluation of Radiometer ABL90 FLEX PLUS enzymatic creatinine assay. Journal of Laboratory and Precision Medicine, 4, 26. https://doi.org/10.21037/jlpm.2019.07.01
8. Jimenez-Barragan, M., Rodriguez-Oliva, M., et al. Emergency severity level-3 patient flow based on point-of-care testing improves patient outcomes. 2021; 144-151. Clin Chim Acta https://doi.org/10.1016/j.cca.2021.09.011
9. James Taylor; Renal system 3: categorizing, assessing and managing acute kidney injury; Nursing Times [online] April 2003 / vol 119 issue 4
10. Michael G Mercado MD, Dustin K Smith DO and Esther L Guard DO; Acute Kidney Injury: Diagnosis and Management; American Family Physician; December 1, 2009, vol 100, number 11
11. Chris Nickson; Urea-Creatinine Ratio, Life in the Fastlane, July 28 2024; https://litfl.com/urea-creatinine-ratio/
12. Kidney Disease: Improving Global Outcomes (KDIGO) CKD Work Group. KDIGO 2024 Clinical Practice Guideline for the Evaluation and Management of Chronic Kidney Disease. Kidney Int. 2024;105(4S):S117-S314. doi:10.1016/j.kint.2023.10.018
13. Trainor JL, Glaser NS, Tzimenatos L, Stoner MJ, Brown KM, McManemy JK, Schunk JE, Quayle KS, Nigrovic LE, Rewers A, Myers SR, Bennett JE, Kwok MY, Olsen CS, Casper TC, Ghetti S, Kuppermann N; Pediatric Emergency Care Applied Research Network (PECARN) FLUID Study Group. Clinical and Laboratory Predictors of Dehydration Severity in Children With Diabetic Ketoacidosis. Ann Emerg Med. 2023 Aug;82(2):167-178. doi: 10.1016/j.annemergmed.2023.01.001. Epub 2023 Apr 5. PMID: 37024382; PMCID: PMC10523885.
14. Lim, W. S., Van der Eerden, M. M., Laing, R., Boersma, W. G., Karalus, N., Town, G. I., ... & Macfarlane, J. (2003). Defining community acquired pneumonia severity on presentation to hospital: an international derivation and validation study. Thorax, 58(5), 377-382.
15. National Institute for Health and Care Excellence. Pneumonia in adults: diagnosis and management. London: ICE; 2023. CG191. https://www.nice.org.uk/guidance/cg191 (accessed 18 Mar 2025)
16. Kumar NL, Claggett BL, Cohen AJ, Nayor J, Saltzman JR. Association between an increase in blood urea nitrogen at 24 hours and worse outcomes in acute nonvariceal upper GI bleeding. Gastrointest Endosc. 2017 Dec;86(6):1022-1027.e1. doi: 10.1016/j.gie.2017.03.1533. Epub 2017 Apr 2. PMID: 28377105.
17. Richards, Robert J. M.D.; Donica, Mary Beth M.D.; Grayer, David M.D.. Can the Blood Urea Nitrogen/Creatinine Ratio Distinguish Upper From Lower Gastrointestinal Bleeding?. Journal of Clinical Gastroenterology 12(5):p 500-504, outubro de 1990
18. Blatchford O, Murray WR, Blatchford M. A risk score to predict need for treatment for upper-gastrointestinal haemorrhage. Lancet. 2000 Oct 14;356(9238):1318-21. doi: 10.1016/S0140-6736(00)02816-6. PMID: 11073021
19. Banks PA, Bollen TL, Dervenis C, et al. Classification of acute pancreatitis—2012: revision of the Atlanta classification and definitions by international consensus. Gut. 2012;62(1):102-111. doi:10.1136/gutjnl-2012-302779
20. Mederos MA, Reber HA, Girgis MD. Acute Pancreatitis: A Review. JAMA. 2021 Jan 26;325(4):382-390. doi: 10.1001/jama.2020.20317. Erratum in: JAMA. 2021 Jun 15;325(23):2405. doi: 10.1001/jama.2021.5789. PMID: 33496779.
21. Manrique-Caballero CL, Del Rio-Pertuz G, Gomez H. Sepsis-Associated Acute Kidney Injury. Crit Care Clin. abril de 2021;37(2):279-301. doi: 10.1016/j.ccc.2020.11.010. Epub 2021 Feb 13. PMID: 33752856; PMCID: PMC7995616.
22. Gounden V, Bhatt H, Jialal I. Renal Function Tests. [Updated 2024 Jul 27]. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2025 Jan-. Available from: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK507821/
23. National Institute for Health and Care Excellence. Sepsis: recognition, diagnosis and early management. London: ICE; 2025. NG51. https://www.nice.org.uk/guidance/ng51 (acesso a 18 de março de 2025)

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